Dirigente do Palmeiras diz que Assis estressou e desistiu do acordo

Vice-presidente palmeirense declarou que irmão e agente de Ronaldinho abriu mão do acerto apesar de todo o esforço do clube

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

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DOUGLAS MAGNO/O TEMPO
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O que era para ser um presente para o centenário do Palmeiras, virou uma decepção. Tudo estava encaminhado para que Ronaldinho Gaúcho fechasse com o clube Alviverde, mas a negociação acabou dando errado, segundo a diretoria palmeirense, por conta da desistência do jogador.

Durante o evento de comemoração dos cem anos do Palmeiras, o vice-presidente Maurício Galiotte concedeu entrevista coletiva esclarecendo que o clube havia cedido a quase todas as exigências feitas pelo atleta e que tudo estava acordado, mas seu irmão e empresário, Roberto Assim, teria estressado e cancelado o acordo. O motivo da irritação do agente não foi explicado.

"Foi uma negociação longa, nós tivemos várias solicitações, atendemos a praticamente todas as solicitações. Hoje de manhã o negócio estava praticamente fechado, quando à tarde nós recebemos a informação de que o Assis estava estressado com o negócio e ele foi cancelado. Nós atendemos praticamente todos os pedidos. Fechamos toda a solicitação financeira. O contrato seria até dezembro. Para o ano que vem, iríamos acertar em dezembro", revelou Maurício Galiotte.

Mais cedo, com a informação de que Ronaldinho e Palmeiras estavam acertados, a Federação Mineira de Futebol divulgou que o clube tinha efetuado o pagamento de R$ 600 referente à taxa de transferência do atleta para a Federação Paulista de Futebol (FPF), burocracia necessária para que ele pudesse ser regularizado no novo clube.

Apesar de não significar que o jogador estivesse acertado definitivamente com o Palmeiras, esse pagamento indicava que tudo estava se encaminhando para o desfecho positivo. Mas, no início da noite, o clube publicou no Twitter que a transação tinha sido cancelada. O impasse, ao que parece, teve relação com a exigência de Assis que a equipe alviverde pagasse 400 mil, além da produtividade por número de jogos realizados, metade do que o clube receber de patrocínio no período em que R10 ficasse no time e ainda 10% da renda dos jogos em que o astro participasse.

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