Brasil bate Rússia e tenta ‘final’

Equipe de Zé Roberto precisa vencer por até dois sets de diferença para levar o título

iG Minas Gerais |

Grand Prix. Meninas do Brasil comemoram vitória fácil em cima das russas e “decisão” do título contra o Japão, na manhã de hoje
FIVB / DIVULGAÇÃO
Grand Prix. Meninas do Brasil comemoram vitória fácil em cima das russas e “decisão” do título contra o Japão, na manhã de hoje

Tóquio, Japão. A seleção brasileira feminina de vôlei ficou mais perto da conquista do 10º título do Grand Prix, ao ganhar da Rússia por 3 sets a 0, com parciais de 25/12, 25/21 e 25/20, ontem, em Tóquio, no Japão. Sem dar maiores chances ao tradicional rival, o Brasil acumulou a terceira vitória seguida na fase final e tentará alcançar o troféu neste domingo.

Para ser campeão, o Brasil precisa ganhar do Japão por 3 a 0 ou 3 a 1, a partir das 7h15 (horário de Brasília), em Tóquio, na manhã de hoje. Embora não seja uma final, a partida será um confronto direto pelo título. As japonesas levam o troféu se vencerem dois sets, porque têm vantagem na classificação da fase final: somam 12 pontos, contra 10 das brasileiras.

“A expectativa para essa partida é muito grande. Vamos jogar contra um ginásio lotado. O Japão está se apresentando muito bem. O esquema de jogo sem centrais tem dado certo. É um time que erra pouco, muito regular e veloz. Elas estão defendendo demais”, avaliou o técnico José Roberto Guimarães, ao enumerar as qualidades do rival brasileiro na “decisão”.

RÚSSIA. Na partida de ontem, o Brasil contou com grande apresentação das centrais. Fabiana foi a maior pontuadora da seleção, com 17 pontos, enquanto Thaísa contribuiu com 12. E, com este desempenho, as brasileiras dominaram as russas desde o início, para conseguir uma vitória tranquila sobre uma tradicional e perigosa adversária.

Só no primeiro set, o Brasil marcou mais que o dobro de pontos das rivais. A equipe russa melhorou nas parciais seguintes, mas não o suficiente para ameaçar o triunfo brasileiro. “Estudamos muito a Rússia. Elas têm excelentes atacantes e, se as jogadoras atacarem por cima do bloqueio, fica complicado. No entanto, conseguimos tocar nas bolas e defendemos bastante. Assim, dificultamos a vida das russas e facilitamos o jogo para nós”, comentou a central Thaísa.

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