PF faz buscas em firmas suspeitas

A suspeita da Polícia Federal e do Ministério Público é de que elas servissem para “justificar o repasse de propina” a Paulo Roberto Costa

iG Minas Gerais |

Brasília. A Polícia Federal deflagrou nesta sexta a sexta fase da operação Lava Jato, que apura esquema comandado por doleiros de corrupção, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.  

As empresas alvo da operação faziam atividades de consultoria, exportação e importação de vestuário, RH e até de agendamento de viagens. Todas elas eram sediadas no Rio de Janeiro, onde foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão.

A suspeita da Polícia Federal e do Ministério Público é de que elas servissem para “justificar o repasse de propina” a Paulo Roberto Costa.

As empresas tinham contratos com fornecedoras da Petrobras que participaram da construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e de outras obras da estatal no Rio de Janeiro.

“O esquema, aparentemente, é muito similar ao da MO Consultoria (empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef, alvo da primeira fase da Lava Jato)”, afirmou o procurador da República Carlos Fernando Lima. “Nenhum empregado, nenhuma expertise e pagamentos de empreiteiras que prestaram serviço à Petrobras sem nenhuma justificativa.”

São 13 as empresas investigadas. Oito delas estavam no mesmo endereço no Rio.

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