Comércio acha que efeitos são limitados

iG Minas Gerais |

São Paulo. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) avaliam como uma “medida válida” as novas regras para depósitos compulsórios a prazo, anunciadas pelo Banco Central, mas com “efeitos limitados”. Os ajustes feitos pelo BC nas normas do compulsório representam uma liberação de R$ 10 bilhões em recursos para a economia.

A CNDL e o SPC Brasil afirmam que para o setor do varejo, os recursos vão permitir uma maior oferta de crédito e, consequentemente, uma redução das taxas de juros cobradas pelos bancos.

O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, no entanto, avalia que os efeitos são limitados, porque o orçamento das famílias já está comprometido com financiamentos passados e afetado pelo efeito da alta dos preços.

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