Dolce Vita

iG Minas Gerais | Paulo Navarro |

No Boulevard Shopping, o superintendente Daniel Vieira
Fotos Barbara Dutra/divulgação
No Boulevard Shopping, o superintendente Daniel Vieira
Festival delicioso   Foi lançado em Belo Horizonte e São Paulo, o Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes, de Rodrigo Ferraz. A produção percorreu 11 mil quilômetros Brasil afora. De 22 a 31 de agosto, o resultado virá em forma de cursos, palestras e degustações. Desde 2012, o Festival mapeia a gastronomia nacional.    Festival culto   Este ano, 60 cursos, 74 atrações artísticas, 12 festins com famosos chefs nacionais e internacionais, restaurantes na praça etc. Os festins acontecerão em restaurantes do centro, aumentando o número de jantares nos fins de semana e nos restaurantes Angatu, Via Destra e Pacco & Bacco. As delícias poderão ser apreciadas com convites vendidos numa central de vendas.   Aula de sensatez   Conversamos com a diretora do colégio que leva, orgulhosamente, seu nome, Edna Roriz. Ela sabe que não existe outra saída para o Brasil que a educação. “Nos últimos anos, houve uma preocupação com o acesso facilitado ao ensino superior, deixando-se de investir em uma educação básica, profissionalizante, ou não, de qualidade. Vemos hoje um desprestígio do ensino básico e cursos técnicos, tão necessários ao crescimento de um país”.   Aula de anatomia   Edna não consegue imaginar progresso sem educação, nem a muito longo prazo. “A não ser que uma política de formação básica de qualidade passe a ser o foco de nosso governo”. Sobre sua missão: “Defendo a formação de bons investigadores, um aluno que saiba buscar a informação. Ensinar a ler, escrever é apenas instruir. Educar pressupõe saber utilizar essa instrução de modo eficaz e ético, na formação do caráter e da autonomia de cada um. Um grande país não se faz apenas com o conhecimento técnico-científico, mas com cidadãos honestos, íntegros e responsáveis”.   Leitora horrorizada   “Sou leitora da sua coluna e vejo seu apoio ao combate ao crime em BH. Dia 9, às 13h20, descia a Raja Gabaglia, com meu esposo. Paramos no sinal mais a frente à TV Band quando dois motoqueiros bateram o revólver no vidro e anunciaram o assalto. Eles exigiram o relógio, meu marido entregou; e uma corrente de ouro que não tínhamos. Enfiou a mão levou os óculos de sol de meu esposo. Viraram a moto e voltaram na Raja sentido BH Shopping”.   Leitora perplexa   “Chorando, liguei para a polícia e ela ficou de fazer uma ronda. Quando voltávamos para casa, vimos os dois bandidos cruzando o viaduto do BH Shopping. A polícia ligou falando que estava fazendo ronda, ficamos indignados. Se estavam fazendo a ronda, como dois rapazes trajando moletom de moto ainda transitavam livres? Além do susto, prejuízo e trauma, provamos que não dá para contar com a segurança pública! Obrigada pelo belo papel social”.   Perigo no corpo   Em Belo Horizonte, é lei desde 2011: jalecos e peças usadas por médicos e profissionais da saúde devem ficar no consultório ou hospital. Mas é como se não existisse lei. Projeto do deputado Fred Costa pretende multar e até fechar, em todo Estado, espaços que permitirem a saída dos profissionais com uniformes etc. Mas onde eles vão guardar tantos panos para mangas?   Perigo nas mãos   Hospitais não têm espaço. Quem vai fazer a fiscalização? Fala o diretor da Sociedade Mineira de Infectologia Estevão Urbano Silva: “Não há comprovação científica de que haja mesmo contaminação via jaleco. O perigoso é a contaminação pelas mãos mal lavadas de profissionais, pacientes e visitantes. Nesse assunto, a lei não tocou”.   

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