Pipoqueiros foram clientes queridos

iG Minas Gerais | Janine Horta |

A evolução dos tempos fez com que a 1001 Festas tivesse que abrir mão de uma clientela pela qual tinha muito carinho: os pipoqueiros. “Belo Horizonte tinha cerca de cem pipoqueiros, e todos eram nossos clientes. Eles vinham até três vezes por dia na loja comprar matéria-prima e outros produtos, na época em que o nosso forte ainda eram os cereais”, conta Délcio Filho, 38, um dos donos da 1001 Festas, filho de Délcio Almeida, o fundador.   

Os filhos dos pipoqueiros continuaram comprando na 1001 Festas, até que os produtos vendidos a granel tiveram que ser retirados da loja que, com a evolução para o negócio festas, não houve mais autorização para vender a granel. “Foi uma perda muito doída para nós quando tivemos que vender os produtos alimentícios ensacados. Tínhamos clientes que estavam com a gente havia 50 anos e se tornaram nossos amigos”, relembra Délcio Filho.

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