Servidor da UFMG justifica folga com atestado de parto com sangramento

Uma comissão está apurando o caso e o funcionário da universidade poderá pegar de uma advertência até uma demissão por justa causa

iG Minas Gerais | JULIANA BAETA |

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) organizou uma comissão para averiguar o caso de um funcionário que, para justificar sua ausência, apresentou um atestado médico de pós-parto com sangramento.

Segundo a UFMG, há um departamento que cuida da averiguação de atestados que apresentam algum problema. Quando isso acontece, uma comissão é formada para apurar o caso e aplicar as devidas penalidades. É o que está acontecendo nesta segunda-feira (18), de acordo com a assessoria da universidade.

Inicialmente, a UFMG informou que as sanções poderiam ser aplicada por meio de um regimento interno, mas isso não será necessário, já que há a lei 8.112, que trata especificamente de servidores públicos.

Após a averiguação do caso pela comissão, um relatório será elaborado e o funcionário pode ser punido com uma advertência, no mínimo, e, no máximo, com uma demissão.

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