Famílias podem reforçar pedido

Rodrigo Valadares informou que a família está muito “abalada e perdida”

iG Minas Gerais | Carla Kreefft |

As famílias das vítimas do acidente que matou o presidenciável Eduardo Campos podem reforçar o pedido do PSB de rigor e de quebra de sigilo nas apurações. Morreram na tragédia Alexandre Severo Gomes da Silva, fotógrafo, Carlos Augusto Ramos Leal Filho, assessor da campanha, Marcelo de Oliveira Lyra, cinegrafista, Pedro Almeida Valadares Neto, assessor da campanha, além de Marcos Martins e Geraldo da Cunha, que pilotavam o avião.  

O deputado federal Júlio Delgado informou, neste sábado, que já entrou em contato com a família de Geraldo da Cunha, que mora em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, que manifestou o mesmo desejo de seu partido. Segundo Delgado, os familiares do piloto cobram informações precisas e apuração rigorosa do caso.

Delgado não descartou a possibilidade de a família de Geraldo Cunha também fazer um pedido de quebra de sigilo das investigações. O deputado lembra, entretanto, que esse é um momento muito difícil e que “é preciso ter muito cuidado para evitar que os familiares tenham ainda mais sofrimento”. Ele diz ainda que a investigação poderá dar respostas sobre os motivos da queda do avião e, por isso mesmo, oferecer conforto às famílias das vítimas.

O filho de Pedro Almeida Valadares Neto, Rodrigo Valadares, disse, neste sábado, que sua família ainda não tem condições de pensar nas medidas que, eventualmente, possa tomar no sentido de garantir a apuração das causas da queda do avião Cessna, em 13 de agosto.

Rodrigo Valadares informou que a família está muito “abalada e perdida”. “Eu não tenho informações sobre pedidos de investigação ou quebra de sigilos. Ainda não estou acompanhando isso. Eu ainda estou meio perdido. Não sei dizer nada sobre isso”, disse.

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