Marina chega a Recife para acompanhar enterro de Eduardo Campos

A ex-senadora chegou à casa da família no início da noite e prestou solidariedade à viúva de Campos

iG Minas Gerais | Da redação |

No primeiro encontro desde o trágico acidente, foi Renata Campos quem consolou Marina Silva. "É essa a sua força", disse Marina segurando firme nos braços da viúva de Eduardo Campos. Umas das presenças mais esperadas neste sábado, véspera do enterro do candidato morto na última quarta-feira (13), a ex-senadora chegou à casa da família descendo vagarosamente os 13 degraus que dão acesso ao terraço onde estava Renata.

Atrás dela, havia um séquito de mais de 20 pessoas, entre políticos, assessores e familiares. "Viu que ar solene de presidente?", comentou um dos visitantes. Marina, entretanto, só se transformará oficialmente em presidenciável na próxima quarta-feira (20), quando o PSB chancela seu nome na cabeça de chapa.

Maurício Rands, coordenador do programa de governo pelo PSB, recepcionou Marina. "Presidenta", afirmou. Mas logo se corrigiu: "presidenta, não, presidente", acrescentou, como quem quer evitar o vocativo preferido de Dilma Rousseff para marcar sua condição feminina.

A cor preta do terninho da ex-senadora contrastava com a blusa floral de Renata. Mais cedo, com o caçula Miguel (7 meses) nos braços, recebia os pêsames do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), candidato ao governo do Estado. "Esse negócio de tristeza, aqui não combina. Aqui é força, alegria e coragem", disse Renata Campos.

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