'Crise aérea' virou pauta de reunião com diretoria, brinca Levir

Treinador atleticano deixou claro que não existe atrito interno em relação aos gols sofridos em jogadas aéreas

iG Minas Gerais | FERNANDO ALMEIDA E THIAGO PRATA |

Levir Culpi conversou com seus comandados para tentar vetar os gols sofridos em bolas aéreas
BRUNO CANTINI/ATLÉTICO
Levir Culpi conversou com seus comandados para tentar vetar os gols sofridos em bolas aéreas

A bola aérea vem gerando dor de cabeça no Atlético. O fato é encarado com naturalidade no grupo alvinegro após um início de atrito - já superado - entre o técnico Levir Culpi e o lateral Marcos Rocha, que reclamou publicamente da dificuldade de implementar a marcação por zona.

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, ao ser questionado sobre o assunto, o treinador atleticano colocou um sorriso no rosto e brincou sobre a 'crise aérea' vivida pelo Galo após a Copa do Mundo.

“Resolvemos a crise. Em reunião com presidente resolvemos a crise da bola área. Sabe como? Sem solução. Vamos continuar fazendo e tomando gol de cabeça, jogada mais difícil do jogo. Dois corpos não ocupam o mesmo lugar do espaço, é 50%", disse Levir.

A solução, como ressalta o técnico, continua a mesma: mostrar aos jogadores os erros cometidos e buscar erradicá-los.

"Mandei gravar os gols da última rodada, acho que sete foram de bola aérea. Não queria transformar isso numa crise por causa de uma palavra mal colocada pelo jogador. É nossa rotina”, completou.

Contra Palmeiras, Chapecoense, Sport, Bahia e Lanús-ARG, o Atlético sofreu gol em jogadas pelo alto e o alerta, é claro, já está ativo na Cidade do Galo.

Leia tudo sobre: atleticogalocrisejogo aereolevir culpimarcos rocha