Coligação apoia, mas há ‘porém’

Eduardo Machado, presidente nacional do PHS, afirma que o nome da ex-ministra é o mais natural, não por ela ser vice, e sim por ter popularidade

iG Minas Gerais |

Família. Na foto postada no Facebook: Campos ao lado do filho João, Mayara ao lado da mãe, Marina
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Família. Na foto postada no Facebook: Campos ao lado do filho João, Mayara ao lado da mãe, Marina

Rio. Líderes dos cinco partidos coligados ao PSB na chapa Muda Brasil, que até a quarta-feira tinha Eduardo Campos como candidato à Presidência, declararam que vão apoiar uma provável escolha de Marina Silva (PSB) para encabeçar a coligação.

Eles pontuam, entretanto, que Marina está diferente desde que iniciou a campanha com Campos, e alguns pedem que ela reafirme compromissos da época em que ingressou no PSB, em novembro do ano passado.

Um dos cotados para vice caso Marina substitua Campos, Roberto Freire, presidente nacional do PPS, afirmou que a legenda vai “conversar com Marina sobre os compromissos que vamos ter que ter”.

Eduardo Machado, presidente nacional do PHS, afirma que o nome da ex-ministra é o mais natural, não por ela ser vice, e sim por ter popularidade. Ele espera que a decisão sobre o novo candidato seja tomada em conjunto entre os dirigentes dos seis partidos.

Perguntado sobre a fama de radical da ex-ministra com a sustentabilidade, que levou a debates com ruralistas, Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, afirma que Marina precisa ter “compromissos mais cristalinos”.

Miguel Manso, secretário de Organização do PPL, diz que a legenda está “absolutamente integrada com Eduardo e Marina” e avalia que a candidata “cresceu muito na campanha” de 2010 e aprendeu com Eduardo.

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