Vaticano e China ensaiam aproximação

Porém, os dois países ensaiaram uma aproximação em 2013, quando Francisco e Jinping trocaram mensagens de congratulações por suas respectivas eleições

iG Minas Gerais |

Seul. Durante o voo a Seul, o papa Francisco enviou um telegrama ao presidente chinês, Xi Jinping, dizendo que estendia “os cumprimentos à Vossa Excelência e os seus concidadãos” e invocava “as bênçãos divinas de paz e de bem-estar sobre a nação”. Embora seja uma mensagem tradicionalmente enviada por pontífices em viagens para o exterior, o telegrama à China significa muito mais do que sutilezas diplomáticas.  

A última vez que um papa viajou para a Ásia Oriental, quando João Paulo II visitou as Filipinas, em 1995, as autoridades chinesas negaram permissão para sobrevoar o seu território, forçando o avião papal a um longo desvio. O Vaticano e a China não têm relações diplomáticas há décadas, em parte, porque Pequim deseja controlar a nomeação de bispos para o país, algo que a Igreja Católica é contra.

Porém, os dois países ensaiaram uma aproximação em 2013, quando Francisco e Jinping trocaram mensagens de congratulações por suas respectivas eleições.

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