A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Depois de dois empates fora de casa, o maior de Minas volta ao Mineirão para os braços da nação celeste focado na vitória. Se o trivial no Brasileiro é empatar fora e vencer em casa, o Cruzeiro está no caminho certo. Tem beliscado uma vitória ou outra nos gramados fora de Minas Gerais e, no Mineirão, jogou quatro vezes e venceu as quatro. Este jogo contra o Santos é fundamental para manter a ponta da tabela. Os concorrentes chegaram, estamos a dois pontos do segundo colocado. Agora é fazer o dever de casa: vencer o Santos. O adversário vem de derrota para o Corinthians, mas traz a motivação de ter repatriado Robinho. O Cruzeiro atingiu a marca de 61 mil sócios torcedores, parabéns ao departamento de marketing que tem feito excelentes campanhas e, dessa vez, homenageou Roger, ex-atleta do clube que participou daquela partida inesquecível dos 6 a 1. A voz da Massa Saudações alvinegras! Nem bem chegou da Rússia, o volante Rafael Carioca já está querendo jogar. Bacana! O rapaz está interessado em mostrar serviço. Para quem não se lembra dele, Rafael tem características parecidas com as de Pierre – muita pegada e força física – só que com uma técnica mais apurada, passes mais precisos e o gosto de chegar à frente para finalizar. Não sei se Levir irá escalar o jogador já no próximo jogo, mas acredito que Rafael terá oportunidade nestes dois jogos decisivos fora de casa. Daí, se ele vai continuar a jogar ou não, só dependerá dele. Quero mandar um abraço muito especial para os feras Diogo, Bruno Azevedo, Mario Henrique, o nosso “Caixa”, e toda aquela gente boa do Bar Itatiaia, onde eu e meu filho Samuka estivemos no lançamento do livro de Levir Culpi e fomos super bem recebidos, com todo carinho e atenção. Dá-lhe, Galo!  Avacoelhada Segundo Tostão, o atual sistema tático, muito usado em todo o mundo, com um meia de cada lado e outro recuado, pelo centro, deixa o centroavante isolado. Se o artilheiro não se movimentar, não pega na bola, como ocorreu com Fred na Copa. No caso do América, essa falha no esquema acontece desde o ano passado, quando Bady não jogou ao lado de Rodriguinho nos jogos iniciais da Série B, e Fábio Júnior recebeu poucas assistências. Em relação ao elenco atual, é fácil constatar que Obina e Júnior Negão são jogadores de pouca mobilidade. Mancini e Tchô se destacam mais pela ofensividade do que pela criatividade. Willians, Ricardinho, Diney e Henrique não são meias-atacantes que entram na área e marcam gols. A comissão técnica deve procurar o melhor esquema de acordo com as características da equipe, em vez de tentar impor o 4-2-3-1.

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