Hipótese de patologia ainda é questionada

iG Minas Gerais | John Noble Wilford |

Nova York. Até agora, outros cientistas que tenderam a aceitar a interpretação da nova espécie rejeitaram o que classificaram como “a hipótese do hobbit doente”. Dean Falk, antropóloga da Universidade estadual da Flórida especializada na evolução do cérebro, analisou exames de tomografia computadorizada no crânio de Flores que, segundo ela, não mostraram qualquer sinal de transtornos de crescimento.  

No ano passado, Karen L. Baab, da Universidade Stony Brook, e colegas reportaram um abrangente estudo do crânio, mostrando que ele era “claramente distinto” dos crânios de humanos modernos saudáveis. As descobertas “contrariam a hipótese de condições patológicas”.

Buscas em várias cavernas de Flores e outros locais não conseguiram encontrar novos ossos, especialmente mais crânios, necessários para determinar se o LB1 é um caso isolado ou parte de uma espécie humana extinta, a Homo floresiensis. Até então, explicou Eckhardt, a nova análise gerou uma “explicação menos forçada” do que acrescentar outro ramo à árvore genealógica humana. Os sinais, disse ele, “apontam com bastante clareza para a síndrome de Down”. 

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