Em nota, Fidélis cobra 'mesma comoção' para famílias de ocupações

Ao lamentar acidente que matou Campos, candidato do PSOL ao governo afirmou que "a luta pela dignidade humana é de todos"

iG Minas Gerais | Da Redação |

“Os governos passados sabiam fazer frases de efeito, mas a situação em Minas é muito grave”
LINCON ZARBIETTI
“Os governos passados sabiam fazer frases de efeito, mas a situação em Minas é muito grave”
  Em nota divulgada nesta quinta-feira (14) a respeito da morte do candidato do PSB á Presidência, Eduardo Campos (PSB), o nome do PSOL ao governo de Minas, Fidélis Alcântara, cobrou "a mesma comoção social diante de suas catástrofes particulares". Ele relacionou a grande movimentação sobre o assunto da morte do presidenciável ao que considerou um drama vivido por 8 mil famílias que podem ser despejadas a qualquer momento da Granja Werneck, na região do Isidoro, em Belo Horizonte. A candidatura de Fidélis Alcântara afirma, no texto, que "a luta pela dignidade humana é de todos, para todos". Leia o texto:   "Lamentamos a morte do candidato à presidência Eduardo Campos e de todos os demais passageiros da aeronave que caiu em Santos, nomeadamente Pedro Almeida  Valadares Neto, Carlos Percol, Alexandre Severo, Marcelo Lyra, além dos pilotos Marcos Martins e Geraldo Cunha. Sensibilizamos com a dor e o luto de suas famílias. Também nos solidarizamos com todos homens, mulheres, jovens e crianças, muitas vezes anônimos, que não têm amparo psicológico e político, nem a mesma comoção social diante de suas catástrofes particulares. É preciso lembrar que temos hoje em Belo Horizonte a eminência de despejo de cerca de 8 mil famílias pelo Poder Público de BH e MG. A luta pela dignidade humana é de todos, para todos. Nossas condolências são irrestritas".