Lula elogia Dilma em inauguração de sindicato em São Paulo

O ex-presidente discursou durante a noite de segunda-feira (11), em evento de inauguração da sede do Sindicato dos Metalúrgicos, na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo.

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Lideranças petistas participam de festa dos dez anos de gestão do partido
RICARDO STUCKERT/INST. LULA - 11.2.2013
Lideranças petistas participam de festa dos dez anos de gestão do partido

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na noite de segunda-feira, 11, em Jundiaí, interior de São Paulo, na inauguração da sede do Sindicato dos Metalúrgicos e deu tom eleitoral ao seu discurso ao falar da presidente Dilma Rousseff. O ex-presidente elencou as ações do governo da petista e afirmou que Dilma sofre preconceito por ser mulher. "Eu conheço muita gente, ninguém tem o caráter que tem a presidente Dilma. Eu acho que o preconceito que têm dela é porque é mulher", disse ao público de aproximadamente 500 pessoas.

O candidato ao governo do Estado pelo PT, Alexandre Padilha, também compareceu ao evento. Atrasado, não subiu ao palco e ficou no meio do público tirando fotos com as pessoas. Padilha afirmou aos jornalistas que vai acabar com a reprovação continuada nas escolas estaduais, assumindo mesmo discurso do seu adversário do PMDB, Paulo Skaf. "Quero acabar com a aprovação automática no Estado de São Paulo. Os alunos terão sala de aula de reforço, haverá valorização do professor."

Questionado sobre suas propostas de passe livre no transporte público, Padilha prometeu o bilhete único metropolitano para os trechos intermunicipais, em que o usuário pagará somente a ida, além do trem metropolitano, ligando Jundiaí, Campinas e Americana. "Vou fazer isso acabando com a corrupção", disse o petista.

O evento marcado para as 19 horas começou com mais de uma hora de atraso. Lula teve de prolongar seu discurso até que Padilha chegasse e demonstrou irritação com a demora do petista. O pré-candidato disse que estava em um compromisso com Dilma para discussão de propostas para a educação em São Paulo. Questionado sobre as declarações de Skaf de que não vai dividir palanque com Dilma, apesar de o PMDB ser coligado à presidente, ele não quis comentar e afirmou que tem "muito orgulho de ter sido ministro da Saúde".

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