Agora é possível meditar usando o smartphone

Aplicativo “5 minutos, eu medito” está disponível nas plataformas iOS e Android

iG Minas Gerais |

Lilian Miranda preside a ONG internacional Mãos Sem Fronteiras
ONG Mãos sem Fronteiras/Divulga
Lilian Miranda preside a ONG internacional Mãos Sem Fronteiras

Difundir a simplicidade da meditação e os seus benefícios foi o caminho encontrado pela Organização Não Governamental (ONG) internacional Mãos Sem Fronteiras, que disponibiliza o aplicativo “5 minutos, eu medito” para smartphones (disponível gratuitamente para as plataformas iOS e Android).

Como o nome já entrega, a ideia é despertar o usuário para dedicar apenas cinco minutos do seu dia para a prática da meditação, tempo suficiente para promover a saúde e o equilíbrio necessários para enfrentar a correria e o estresse do dia a dia.

A ONG Mãos Sem Fronteiras atua em vários países e tem sede na Espanha e em Curitiba. Segundo a presidente Lilian Miranda, a prática diária dos exercícios ensinados comprovadamente aumenta a concentração, diminui níveis de estresse e resulta em maior equilíbrio emocional.

A campanha “5 minutos, eu medito” foi lançada em abril do ano passado em 35 países em que a organização está presente. Esse ano foi lançada em Curitiba e será expandida para Costa Rica, em 2015, e Itália, em 2016.

“Queremos somar minutos pela paz. É o que milhares de pessoas de várias partes do mundo estão fazendo. A intenção é disseminar o exercício nos hospitais, escolas, presídios, entre outras comunidades”, diz Lilian.

Um balão é o símbolo da campanha. Usado para difundir os benefícios da prática, o aplicativo mostra passo a passo como iniciar o exercício que consiste em três respirações longas e profundas, cinco minutos de meditação, seguido de outras três respirações longas.

Após essa etapa, o aplicativo convida a iniciar a meditação: um cronômetro marca o tempo e uma trilha musical ajuda no esvaziamento da mente. Cada cinco minutos meditados são inseridos no “meditômetro”, disponível no site eumedito.org.br. A experiência pode ser compartilhada nas redes sociais.

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