A voz Celeste

iG Minas Gerais |

O Cruzeiro não precisa temer nenhum time nas quatro linhas, mas, fora dela, as manobras para evitar o tetracampeonato começaram a aparecer desde a primeira rodada. O maior de Minas só perde este campeonato no apito. Temos o melhor time e o melhor elenco. Jogando mais ou menos, podemos ganhar de qualquer um. Mas parece que existe um complô para não deixar o Cruzeiro vencer mais um Brasileirão. É inadmissível um árbitro anular dois gols legítimos de um time no mesmo jogo e, quase no final da partida, deixar de marcar uma falta frontal a favor desse mesmo time. Agora a CBF coloca o senhor Jaílson na geladeira por umas duas rodadas, e depois ele volta a apitar. Num esporte como o futebol, que movimenta tanto dinheiro, está passando da hora de a tecnologia decidir alguns lances. Caso contrário, vamos ver as pessoas de bem se afastando dos estádios.

A voz da Massa Saudações alvinegras! Vitória tipicamente atleticana sobre o Palmeiras, anteontem. Na raça, no sofrimento e no grito da Massa. Tecnicamente o Galo não fez um bom jogo, à exceção de Tardelli, claro, que outra vez fez um partidaço. O time errou muitos passes e perdeu muitas bolas no meio campo. Mas ainda assim criou várias chances de gols. Se tivesse aproveitado melhor as finalizações – não é mesmo Jô? –, poderia ter vencido mais tranquilamente. Mas, se faltou técnica, não podemos reclamar da entrega dos nossos jogadores em campo. Nosso time correu muito, brigou pela posse da bola o tempo todo e não se entregou em nenhum momento, como bem frisou Levir Culpi. Além dos destaques Tardelli e Dátolo, a boa surpresa foi o lateral Pedro Botelho, que mostrou qualidade técnica e só por esse jogo já mostrou que merece a titularidade. Dá-lhe, Galo!

Avacoelhada

 O América precisa priorizar o toque de bola contra o Avaí. Evitar a ligação direta entre defesa e ataque a fim de qualificar a transição, por meio da troca de passes rápidos e precisos, com o objetivo de envolver o adversário e facilitar a construção das jogadas ofensivas. A dúvida sobre a utilização de Mancini e/ou Tchô continua. Embora na condição de visitante, eu optaria pela escalação dos dois meias, mas no 4-4-2, com Willians e Obina no ataque. Independentemente do jogador escalado, o posicionamento do meio de campo deve ser corrigido. Até contra o ABC, quando os dois armadores jogaram, ainda assim Tchô ficou isolado pelo centro, e Mancini, aberto pelos lados. Outra formação é a escalação de três volantes. Magrão e Júnior Lemos são as melhores opções. Renato Santos vai reforçar a zaga. Blitz do Coelhão no Asas Moto Bar, rua Jacuí, nº 3.340.

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