Minimizar e até esconder para evitar impactos negativos

iG Minas Gerais |

Para tentar diminuir um possível impacto negativo nas campanhas das divisões internas, a estratégia das lideranças partidárias é sempre minimizar e esconder as divergências.

A vice-presidente do PT, Gleide Andrade, por exemplo, garante que a disputa por espaço entre o ex-ministro Franklin Martins e o marqueteiro João Santana não tem fundo de verdade.

“São aquelas controvérsias que as pessoas criam para alimentar intrigas, distorções. Eu não vejo nada disto”, afirmou.

Sobre a composição de um eventual segundo governo, Gleide rechaçou que o partido esteja discutindo isso neste momento.

“Ninguém está pensando em segundo governo, estamos pensando em vencer as eleições no primeiro turno”, cravou.

No caso do PSDB, embora nos bastidores a diferença entre tucanos mineiros e paulistas seja comentada lá e cá, debaixo dos holofotes o discurso é de que “a situação é até melhor do que nós imaginávamos”, como afirmou o deputado federal Domingos Sávio (PSDB).

O candidato à Presidência Aécio Neves chamou de “lenda urbana” a história de que não teria se empenhado nas campanhas dos tucanos de São Paulo em 2006 e 2010.

Em visita a Belo Horizonte no mês passado, a candidata a vice pelo PSB, Marina Silva, adota a estratégia de que o combinado não sai caro. “Nós decidimos que onde houvesse chance de candidatura própria, nós (da Rede) iríamos apoiar. Onde não temos, não vamos subir no palanque”, define. (LP)

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