Cidadão quer mais que rostinho bonito

A avaliação é compartilhada pelo cientista político Gabriel Cohn, da Universidade de São Paulo (USP)

iG Minas Gerais | Raquel Ayres |

Além de estar “em falta no mercado”, o carisma puro já não é capaz de decidir uma eleição, na avaliação de especialistas. Para o cientista político da PUC Minas Carlos Vasconcelos, o “mundo moderno” tem cada vez mais instâncias de participação popular, e os votos passaram a ser definidos mais pelas propostas, e não pela pessoa.  

O eleitor está mais crítico e atento, não abre mão de seus interesses e avalia os resultados que o postulante ao cargo oferece. “Carisma só não basta. Existe uma rede social que se organiza e vê a política por meio de problemas públicos concretos.”

A avaliação é compartilhada pelo cientista político Gabriel Cohn, da Universidade de São Paulo (USP). E ele vai além: o carisma pode até esconder “perversão” de ideias, como no caso de Hitler, o líder alemão nazista. 

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