Polícia prende mais um suspeito por mortes de mulheres em Goiânia

Foi o segundo homem preso na cidade que será investigado por suspeita de participação nos homicídios

iG Minas Gerais | Da Redação |

A Polícia Militar de Goiás prendeu, na madrugada deste sábado (9), um suspeito de cometer roubos com motocicleta em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, o homem pode estar envolvido com casos de assassinatos de mulheres registrados na cidade - foram 15 vítimas desde o início do ano. O homem, segundo a polícia, negou envolvimento nas mortes. Foi o segundo homem preso na cidade que será investigado por suspeita de participação nos homicídios - em todos os casos, o agressor chegou de moto. O homem, de 27 anos, foi detido na casa da sogra, na cidade de São Luís de Montes Belos, vizinha a Goiânia. Ele já somava 11 passagens pela polícia por roubo e uma por tráfico de drogas. A polícia localizou uma moto desmontada na casa de familiares do homem, que disseram que ele estava visitando a sogra. Policiais foram então até o local e prenderam o homem, cuja identidade não foi revelada. Por ser branco e ter 1,70 m de altura, como descreveram testemunhas das mortes, e também por usar a moto para roubos, policiais levantaram a hipótese de que ele poderia ter envolvimento com os assassinatos das mulheres. Segundo o delegado plantonista Geraldo Caetano Brasil, o homem reconheceu a prática de roubos, mas negou envolvimento em agressões e homicídios. A moto desmontada encontrada na casa de parentes do homem é vermelha, enquanto que a usada para a maioria dos assassinatos era preta. O suspeito foi levado para a carceragem do complexo de delegacias especializadas em Goiânia. A reportagem não conseguiu ouvir o suspeito. A polícia informou que nenhum advogado havia sido constituído neste sábado para sua defesa.   Outro suspeito Um outro homem investigado por suposta participação nas mortes já foi preso, conforme a Polícia Civil de Goiás informou na sexta-feira (8). A polícia informou que há duas evidências contra esse primeiro suspeito, que também não teve a identidade revelada. Um caminhoneiro que testemunhou uma das mortes de mulheres seguiu a moto do homem por dois quilômetros. Segundo a polícia, ele também nega envolvimento nos crimes.  

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