Energia subiu 4,52% e teve peso negativo

Houve influência das regiões metropolitanas de Curitiba, onde o aumento de 23,83% refletiu o reajuste de 24,86% autorizado em 22 de julho e retroativo a 24 de junho

iG Minas Gerais |

Rio de Janeiro. A energia elétrica ficou 4,52% mais cara em julho, o principal impacto de alta sobre a inflação. O aumento na energia contribuiu com 0,12 ponto porcentual para a taxa de inflação de 0,01% no mês. “Energia elétrica foi o item que mais pressionou a inflação no mês”, afirmou Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE. “Sem energia elétrica, por exemplo, (o IPCA) poderia ter vindo até mais baixo”, acrescentou.  

Houve influência das regiões metropolitanas de Curitiba, onde o aumento de 23,83% refletiu o reajuste de 24,86% autorizado em 22 de julho e retroativo a 24 de junho; de São Paulo, cuja alta de 11,79% foi decorrente do reajuste de 18% nas tarifas em vigor a partir do dia 04 de julho e do Recife, com alta de 3,94%.

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