Cruzeirenses mostram preocupação com 'fator campo' diante do Criciúma

Jogadores da Raposa consideram estádio Heriberto Hulse como uma arma do Tigre catarinense, atual 13º colocado

iG Minas Gerais | GUILHERME GUIMARÃES E BRUNO TRINDADE |

Estádio Heriberto Hulse tem capacidade para 19.300 torcedores e será uma arma do Criciúma contra o Cruzeiro
DIVULGAÇÃO/CRICIÚMA
Estádio Heriberto Hulse tem capacidade para 19.300 torcedores e será uma arma do Criciúma contra o Cruzeiro

Seguir na ponta do Campeonato Brasileiro e se distanciar ainda mais dos concorrentes à taça de campeão. Essa é a missão do Cruzeiro, atual detentor do título nacional, e que enfrenta o Criciúma, neste sábado, às 18h30, pela 14ª rodada do Brasileirão.

Depois de buscar o empate diante do Botafogo, no Maracanã, os celestes querem somar mais três pontos na competição. Entretanto, reconhecem as dificuldades, mesmo tendo pela frente o 13º colocado na tabela de classificação.

Além do próprio Criciúma, outra preocupação dos cruzeirenses diz respeito ao gramado e condições do estádio Heriberto Hulse, palco do jogo entre Tigre e Raposa, e que tem capacidade para mais de 19 mil torcedores.

“Pelo fato de o campo ser pequeno, a torcida gosta de incentivar. Acho que vai ser um jogo mais pegado e temos que ter paciência, pois o campo é pequeno. Será preciso colocar a bola no chão e manter esse estilo de futebol que temos apresentado”, ressaltou o volante Lucas Silva.

Com dimensões diferentes em relação ao Mineirão, o estádio Heriberto Hulse pode ser uma arma a favor do Criciúma.

“Eles conhecem bem o campo, que é diferente do Mineirão. Temos que nos adaptar rápido ao gramado, tocar bem a bola, sermos velozes no contra-ataque e tentar fazer o gol”, analisou o meia Everton Ribeiro.

Apesar do pedido do craque do último Brasileirão, Lucas Silva ressalta a necessidade de atenção com os ataques do adversário. 

“É preciso estar bem atento, ligado, porque sair atrás no placar será ruim. Não podemos dar brecha, ter entrosamento na linha defensiva para não darmos espaço (ao adversário)”, analisou.

Ainda na visão do jovem volante, caso a situação aperte o Cruzeiro poderá usar suas conhecidas armas.

“Falta e pênalti eu sempre treino depois dos treinamentos e lá (contra o Criciúma) bola parada pode definir. Se tiver (faltas ou pênaltis), vou estar à disposição para cobrar e voltar a marcar pelo Cruzeiro”, disse.