O amor é cego, mas só se você permitir, mostra pesquisa

E quando suprimiu as fotos dos perfis por um dia, percebeu que os usuários passaram a ter conversas mais profundas

iG Minas Gerais |

Nova York. O professor de estratégia social do Instituto Internacional de Desenvolvimento de Gerenciamento, na Suíça, Mikolaj Jan Piskorski, recomendou que os sites usem “experimentos naturais” – ou seja, estudos de observação que ocorram naturalmente, dos quais alguns dados possam ser obtidos.  

“Usamos os experimentos naturais para superar os problemas éticos que surgem nos testes aleatórios. E acho que os sites deveriam pensar em fazê-los com mais frequência, mesmo que sejam mais difíceis em sua realização”.

Em relação aos outros dois experimentos, o OKCupid descobriu que os usuários têm uma tendência maior de associar o “visual” à “personalidade”, mesmo que os perfis com fotos atraentes ofereçam poucas informações relevantes.

E quando suprimiu as fotos dos perfis por um dia, percebeu que os usuários passaram a ter conversas mais profundas. Quando as fotos voltaram ao ar, porém, muitas dessas conversas foram simplesmente interrompidas.

“É como se tivéssemos acendido holofotes em um bar à meia-noite”, comparou Christian Rudder. Embora a regra dite que a aparência é fundamental, parece que há exceções: quando as pessoas participaram dos encontros às cegas que organizaram por meio de um aplicativo da empresa que não fornecia fotos, o nível de satisfação foi menos influenciável.

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