Rua do Rosário se torna circuito gastronômico

Do tradicional tira-gosto à comida nordestina, uma das ruas mais antigas da cidade oferece opções para fazer uma boa refeição ou para reunir os amigos no fim de noite

iG Minas Gerais | Da Redação |

No Bar do Rosário, o público pode apreciar macarrão na chapa de graça toda às terças
João Lêus
No Bar do Rosário, o público pode apreciar macarrão na chapa de graça toda às terças

Uma das ruas mais tradicionais da cidade se transformou em um verdadeiro circuito gastronômico. Diariamente, centenas de pessoas passam pela rua do Rosário, no bairro Angola, e são fisgadas pelas dezenas de opções de bares e restaurantes que ela oferece.

Ao longo da via, é possível escolher a dedo uma das quase 50 opções de lazer. Existem os bares mais antigos, construídos há décadas e que ainda hoje fazem sucesso e continuam conquistando o público, como é o caso do Bar do Pexico, “point” conhecido por universitários há mais de 20 anos. Há também o Bar do Renato, que existe há 23 anos, na praça do Óleo, e é conhecido por suas festas, como a quadrilha desorganizada, que se tornou tradição na cidade e que é realizada todo mês de julho.

A mais nova opção da rua é o Bar do Rosário, aberto há três meses, mas que pertence a um betinense que coleciona experiência no ramo na cidade. O proprietário, Nei Lúcio, já foi dono de bares como Barnei, que existiu há 31 anos, o Lendas e o Dona Rosa, que hoje pertence a outra pessoa.

O anfitrião conquistou o público após começar a oferecer macarrão na chapa durante as noites de terças-feira no antigo bar e carrega, até hoje, essa tradição. “Continuo oferecendo macarrão nesse dia. Isso movimenta a cidade, pois outros bares também querem que esse seja um dia de lazer para o cidadão betinense. A rua oferece tudo que os moradores sempre procuraram: lazer e gastronomia”, contou.

Novidade Mas não são só os estabelecimentos antigos e já conhecidos que fazem sucesso por lá. Existem também os novos comércios, que caíram na graça do povo e estão sempre cheios. Um deles é o restaurante Dona Fulô, que traz para Betim as principais comidas da região nordestina, e já conquistou o gosto dos betinenses. “Pensamos em abrir um restaurante de comida nordestina pois não existe nada parecido aqui. Além disso, esperamos um ano até conseguirmos um espaço na rua do Rosário, pois sabíamos que é o melhor ponto da cidade”, contou Cleide Fraga, sócia-proprietária do Dona Fulô.

Outro exemplo é o Frango do Marreta, aberto há apenas 11 meses. Segundo o proprietário, Felipe Marreta, o estabelecimento já conquistou a clientela. “Foi preciso aumentar o espaço físico do bar, porque o antigo não comportava tantos clientes. Escolhemos bem o local para nos instalar”, contou.

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