Especialista da UFMG ressalta necessidade de muito cuidado

A especialista afirma que o aluno de farmácia tem quatro opções a serem seguidas

iG Minas Gerais | Ricardo Plotek |

Coordenadora da disciplina tecnologia farmacêutica II da Faculdade de Farmácia da UFMG, a professora Gisele Assis Castro Goulart corrobora a importância de sistemas propícios de ar-condicionado em ambientes específicos onde se mexa com saúde, principalmente na confecção de produtos farmacêuticos.  

“A disciplina pela qual sou responsável trata justamente desses cuidados. Ela é obrigatória para os alunos que optam por atuar na indústria farmacêutica”, lembra Gisele.

A especialista afirma que o aluno de farmácia tem quatro opções a serem seguidas. “Ele pode atuar em laboratórios de análises clínicas, em hospitais, na própria indústria farmacêutica e nas farmácias e drogarias. Os que vão atuar nas três primeiras, precisam ter bem clara essa noção da importância da qualidade do ar para que se evite problemas que possam ser graves”, enfatiza a professora.

Mercado. Ela conta que ficou sabendo da nova empresa do colega farmacêutico por meio de uma outra professora da UFMG e resolveu chamá-lo para dar uma palestra a seus alunos.

“É muito importante que os estudantes tenham as mais diversas visões de como eles podem atuar no mercado e de como a nossa disciplina é importante. A contribuição do Zé Maria foi muito salutar para nós”, enfatiza ela.

Gisele Goulart ressalta ainda que essa questão dos sistemas de ar-condicionado na indústria farmacêutica vem melhorando gradativamente no Brasil, mas ainda há muito a se fazer.

“Empresas maiores estão melhores, as menores, caminhando bem devagar. Mas uma coisa eu posso dizer, com certeza. Na produção de remédios – que são essenciais à vida –, a fiscalização é muito rigorosa, e os empresários desse setor precisam entender uma coisa: não tem como montar uma linha de produção de remédios sem esse sistema”, conclui a professora.

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