O rei que se foi cedo demais

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Gualter Damasceno Rocha, mais conhecido como Gambá, era gesseiro de obras durante o dia e dançarino à noite. Nos bailes que frequentava, dançava por horas e horas, e, dessa forma, tornou-se referência do Passinho. Sua vida e fama, no entanto, foram por demais curtas. Na manhã do dia 30 de dezembro de 2011, depois de se apresentar em um show de Preta Gil, o jovem foi morto sob circunstâncias suspeitas e enterrado como indigente. “Os dançarinos de Passinho são jovens de favela conectados com esse lema da ousadia e alegria. Graças ao Gambá, o Passinho passou a espontaneamente ser um lugar de todo tipo de amor e de ousadia. Ele tinha uma atitude muito moderna e criou esse espaço dentro do movimento. Quando ele morreu, e foi elevado à estatura de mito, deixou esse legado ainda mais consolidado”, comenta o diretor artístico da Batalha do Passinho e roteirista, Rafael Dragaud. (VL)

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