Laíza quer acabar com neonazistas

Atriz Aline Borges teme pela segurança da personagem, que vai à luta

iG Minas Gerais |

Após sofrer ataques racistas, personagem vai atrás dps culpados
Record/Divulgação
Após sofrer ataques racistas, personagem vai atrás dps culpados

São Paulo. A dançarina Laíza (Aline Borges) deve ser uma dor de cabeça para o grupo de neonazistas liderado por Priscila (Juliana Silveira), nos próximos capítulos de “Vitória” (Record). Após ser enjaulada e ver bananas lançadas em sua direção, ela vai querer justiça.   

“Laíza começou indo a um programa de TV e, agora, estará atenta aos movimentos de Priscila e seus amigos, já que ainda não tem provas concretas de que agem em grupo”, comenta Aline. “Ela sabe que a Priscila está por trás de tudo e haverá um forte embate entre as duas”, diz.

Segundo Aline, a polêmica cena da jaula teve grande repercussão com o público. O momento fez referência ao ocorrido com o jogador Daniel Alves, durante uma partida na Espanha. “A novela mostra o quanto o racismo ainda é forte em nossa sociedade. O ocorrido com o Daniel deve ser inaceitável”, diz a autora Cristianne Fridman.

“Achei que as pessoas estavam cansadas desse assunto e subestimei a cena. Mas descobri que elas querem dar um basta no racismo”, comenta Aline, que recebeu mensagens depois que a sequência foi ao ar. “Uma amiga me fez refletir sobre quantas pessoas atingi naquele momento. A Laíza não vai se deixar vencer pelo preconceito e vai à luta”.

Embora esteja feliz com a disposição de Laíza em perseguir Priscila, Enzo (Raphael Montagner) e Paulão (Marcos Pitombo), Aline teme pela segurança de sua personagem. “Eles já provaram que são capazes de tudo. Mataram um flanelinha por ser negro. Então, a Laíza está correndo perigo. Ainda mais quando ela identificar que eles são de fato um grupo neonazista”, adianta.

Mesmo com sede de justiça, Laíza seguirá fazendo shows como cover da cantora Liza Minnelli, após a inauguração de seu bar, o Laíza's Bar. “A arte suaviza em meio a esse horror todo e a faz sorrir”, diz.

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