É preciso ter o selo do IMA

A Cooperativa Nacional da Apicultura (Conap), localizada no Jardim Canadá, em Nova Lima, compra mel de 200 cooperados de Minas Gerais

iG Minas Gerais | Janine Horta |

Cristiano Carvalho analisa o mel para identificar fraudes
Alex de Jesus
Cristiano Carvalho analisa o mel para identificar fraudes

Toda embalagem de mel deve mostrar o registro do Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ou o selo de inspeção estadual, que em Minas Gerais é feita pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Mas, mesmo assim, de acordo com o IMA, há casos de mel com rótulos falsos, copiados de produtores idôneos.  

O IMA também informa que há produtores que, além de produzir mel puro, também vendem parte de produto falsificado, misturando a ele preparados à base de açúcar, para render mais, mas que podem até fazer mal para a saúde.

Para evitar que isso aconteça, o órgão estadual fiscaliza as fábricas para ver se há algum produto diferente estocado e que poderia ser misturado ao mel e analisa o produto dentro e fora da embalagem, além dos rótulos. Nas lojas, a fiscalização deve ser feita pela Vigilância Sanitária municipal de cada cidade.

A Cooperativa Nacional da Apicultura (Conap), localizada no Jardim Canadá, em Nova Lima, compra mel de 200 cooperados de Minas Gerais e outros Estados. Para garantir a qualidade, faz a análise em laboratório próprio. “Já houve casos de recusarmos produto. E mesmo quando aprovamos a amostra, fazemos nova análise quando o mel chega para ser embalado. O mel adulterado tem mais sacarose que o indicado pelo Ministério da Agricultura, além de outros parâmetros, é fácil identificarmos”, diz o presidente da Conap, Cristiano Carvalho.

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