R10 nega atrito com Levir e Kalil prefere focar na história do craque

Camisa 10 ressaltou que sai sem arrependimentos, levando amizades e um enorme carinho da torcida do Atlético e até de aficionados outros clubes

iG Minas Gerais | FERNANDO ALMEIDA E THIAGO PRATA |

ESPORTES : CIDADE DO GALO - MG DESPEDIDA DO RONALDINHO GAUCHO DO ATLETICO MG
Foto : Joao Godinho / O Tempo 30.07.2014
JOAO GODINHO / O TEMPO
ESPORTES : CIDADE DO GALO - MG DESPEDIDA DO RONALDINHO GAUCHO DO ATLETICO MG Foto : Joao Godinho / O Tempo 30.07.2014

O fim do ciclo de Ronaldinho Gaúcho no Atlético foi marcado pelo título da Recopa Sul-Americana, com o craque levantando um novo troféu e escrevendo seu nome na história do clube mineiro mais uma vez. É assim que R10 quer ser lembrado no Galo, um jogador recheado de conquistas e glórias com a camisa alvinegra.

Diante disto, o camisa 10, em sua coletiva de imprensa de despedida nesta quarta-feira, negou qualquer atrito com o técnico Levir Culpi, fato que teria servido como catalisador de sua saída da Cidade do Galo – as substituições teriam chateado Ronaldinho.

“Não (atrito com Levir). Teve o título e tive a oportunidade de sair vitorioso. Com o Levir não tive problema nenhum. Nem tive o tempo de conhecê-lo. Ele já provou que é um grande treinador. É sair com a cabeça erguida, vitorioso. Entrar para a história do clube como um jogador vitorioso”, afirmou o meia.

Ronaldinho ressalta que sai sem arrependimentos, levando amizades e um enorme carinho da torcida do Atlético e até de aficionados outros clubes.

“É maravilhoso sair assim em paz. A saída dos outros clubes foram conturbadas. Só tenho a agradecer o povo mineiro. sempre recebi muito respeito da torcida do Cruzeiro, do América e, claro, do Galo. Saio daqui cheio de amigos, não só atleticanos. Por isso saio daqui com a consciência tranquila”, completou.

Palavra do presidente

O presidente do Atlético, Alexandre Kalil, também foi questionado sobre atritos internos que teriam ocasionado a despedida de R10 antes do fim do contrato, que encerraria em dezembro de 2014. Para o cartola, nada manchará a história de conquistas que o meia construiu no Galo. “Houve uma coisinha ou outra, mas não discutimos isso.

Não podemos falar de briguinha pequena; é pequeno pelo que aconteceu nesses dois anos. Vamos deixar essa bactéria, vírus, micróbio para lá. Ele cumpriu um ciclo, sai feliz”, comentou Kalil.

“Só deixou amigos aqui dentro. E tenho certeza que sou amigo dele para sempre. O menino que chegou aqui chorando, sai agora às gargalhadas e falando: “Aqui é Galo”, completou.

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