Com destino indefinido, Giba se prepara para vida fora das quadras

Aos 37 anos, jogador está dedicando tempo aos estudos e não descarta carreira de treinador

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

O passadr-atacante da seleção brasileira de vôlei masculino, Giba mede 1,92 m, pesa 85 kg. Em 2006, foi eleito o melhor jogador do mundo após o título do campeonato mundial, com a vitória sobre a Polônia por 3 sets a 0.
CBV/Divulgação
O passadr-atacante da seleção brasileira de vôlei masculino, Giba mede 1,92 m, pesa 85 kg. Em 2006, foi eleito o melhor jogador do mundo após o título do campeonato mundial, com a vitória sobre a Polônia por 3 sets a 0.

Dez anos após a medalha de ouro olímpica, conquistada nos Jogos de Atenas, Giba pode estar vivendo os últimos momentos da vitoriosa carreira. Após curta passagem pelo Al Nasr, dos Emirados Árabes, o ex-ponteiro da seleção brasileira ainda não sabe qual caminho tomará. Aos 37 anos, ele chegou a cogitar a aposentadoria, mas também teria propostas de clubes do exterior.  

"Existem algumas sondagens da Polônia, do Irã, da Rússia e também Itália. Estou estudando ainda. Vendo o que vai acontecer. Até porque, eu já tenho que começar a pensar no resto da minha vida. Comecei a estudar um pouco de comunicação, administração esportiva, marketing esportivo...Isso é muito importante para o resto da minha vida. Não vou jogar para sempre. Vamos ver se vou continuar ou não. Ainda estou decidindo", revelou Giba, que já planejar um futuro fora das quadras. Na última terça-feira, ele esteve em um evento no Rio de Janeiro, que também contou com a presença de Fabí, ex-líbero do Brasil. 

Com os estudos e a qualificação, surge a especulação de ele se tornar um treinador, algo que Giba descarta, pelo menos por enquanto. 

"Ser treinador não é a minha vontade. Mas nunca fale nunca. Acho que posso fazer uma parte mais administrativa. Acho que a experiência que tive todos esses anos na quadra, posso fazer do lado de fora com que a quadra fique melhor. Por isso, estou voltando a estudar. Para juntar experiência com estudo e poder ajudar todos os esportes", disse o atleta. 

Uma das grandes referências da modalidade no país, ele também comentou os novos valores da seleção brasileira, que disputaram a Liga Mundial e vão para o Campeonato Mundial, no início de setembro. 

"Eu fico muito feliz em ver como foi feita a renovação. Eu sei que eles estão fazendo um trabalho muito bom, voltando para o ciclo olímpico. Esse ano, infelizmente não deu para ganhar dos Estados Unidos na final da Liga Mundial). Mas as críticas vieram no começo e, de novo, o Brasil esteve na final. Tenho que parabenizar pelo trabalho. Confio muito neles, já estive com quase todos. Tenho certeza que vão fazer bonito de novo no Mundial", completou. 

 

 

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