Promotoria visita moradores

Nos dois condomínios, o clima é de incerteza e insegurança

iG Minas Gerais | Cinthia Ramalho |

A promotora de Direitos Humanos Claudia Amaral esteve na avenida Pedro I na manhã desta terça acompanhada de técnicos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A visita teve o objetivo de avaliar a situação dos moradores que residem nos condomínios Antares e Savana.  

Segundo a assessoria do Ministério Público, a promotora se reuniu com a advogada dos moradores, Ana Cristina Campos Drumond, que entregou a ela um dossiê com fotos e informações sobre o caso das famílias que vivem nos condomínios. O documento será analisado pela Promotoria de Direitos Humanos, que decidirá quais medidas serão tomadas sobre o caso.

Inseguros. Nos dois condomínios, o clima é de incerteza e insegurança. Oito famílias ainda se recusam a deixar os blocos 8 e 9 do edifício Antares, enquanto seis famílias ainda permanecem no bloco 3 do edifício Savana.

O agente penitenciário Ricardo Luiz Nascimento dos Santos, 36, é síndico desse bloco e permanece morando em seu apartamento junto com sua mulher e um gato de estimação. Ele alega que, por conta da incerteza em relação às informações que são passadas para os moradores e também pela falta de garantias em relação à segurança do seu patrimônio, ele permanecerá no apartamento.

“Ninguém nos fala algo concreto e preciso. Além disso, não tenho garantias de que meu apartamento vai ficar seguro”, afirmou o agente. 

Reunião

Análise. Comerciantes se reuniram nesta terça com o secretário municipal de Desenvolvimento, Marcelo e Silva, que vai estudar medidas para amenizar os prejuízos causados pela interdição da Pedro I.

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