Polícia apura se ossada encontrada é de Eliza

Ossos humanos foram achados em área da Infraero, ao lado de aeroporto

iG Minas Gerais | Luiza Muzzi |

Susto. Reinaldo conta que ficou assustado ao encontrar a ossada no terreno próximo a nascente
FERNANDA CARVALHO / O TEMPO
Susto. Reinaldo conta que ficou assustado ao encontrar a ossada no terreno próximo a nascente

Quatro dias após a Polícia Civil fazer buscas, sem sucesso, pelos restos mortais de Eliza Samudio em um lote de Vespasiano, na região metropolitana da capital, por indicação de Jorge Luiz Rosa, primo do ex-goleiro Bruno Fernandes, uma ossada humana foi encontrada em um terreno vazio próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na mesma região. Os ossos foram localizados por acaso por um funcionário de uma empresa de coleta de lixo na região e encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte. De acordo com a polícia, ainda não é possível saber se os restos são do corpo de uma mulher.

A ossada foi achada na manhã desta terça pelo servente Reinaldo da Sagrada Família, 37, que trabalha há cinco anos como coletor de lixo na empresa Locavia, no entorno do aeroporto. Segundo o funcionário, os ossos estavam espalhados por aproximadamente 3 m, próximo a uma pequena árvore localizada dentro de um terreno pertencente à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O corpo estava a pouco mais de 1 km do terminal de embarque de passageiros do aeroporto, no início da antiga estrada de acesso ao município de Confins, atualmente desativada. Na semana passada, Jorge Rosa havia dito que o corpo de Eliza tinha sido enterrado em uma mata próxima ao aeroporto. Por acaso. O servente Reinaldo contou que tinha ido verificar o nível da água em uma nascente quando avistou um crânio e vários ossos humanos espalhados por cima da terra. “Fiquei tremendo de medo com o susto que levei e subi o barranco correndo”, disse à reportagem de O TEMPO. Segundo ele, os colegas foram até o local e acionaram a Polícia Militar, que esteve no terreno junto com peritos da Polícia Civil. “Acho que esses ossos já estavam aí havia muito tempo, e a água que escorre aqui quando chove espalhou tudo”, sugeriu Reinaldo. 

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave