A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Não é porque o Cruzeiro está vencendo que o torcedor celeste fica empolgado. É porque o maior de Minas está vencendo e convencendo, apresentando um futebol de auto nível, aquele futebol coletivo, e liderando com folga o Campeonato Brasileiro. Não tem um jogador que se destaque sozinho na equipe nem aquele do qual o time dependa para fazer uma grande partida. Claro que Ricardo Goulart, Everton Ribeiro, Fábio, Lucas Silva e outros são grandes destaques, mas nada de dependência deles para o Cruzeiro vencer. A vitória em cima do Figueirense foi de 5 a 0, mas poderia ter sido de mais. No primeiro gol celeste, tenho minhas dúvidas se houve a penalidade em cima de Ricardo Goulart, mas não podem falar que essa falha do juiz foi causadora da goleada. Estou avisando à diretoria celeste que fique de olho nas arbitragens. Vamos rumo ao tetra!

A voz da Massa Saudações alvinegras! Até agora eu me pergunto como é que pode um jogador profissional, sendo o último homem da defesa, cometer o vacilo de tentar antecipar o atacante adversário sabendo que corre o risco de errar o bote e tomar gol? Foi isso que o seu Emerson Conceição fez no lance que gerou o primeiro gol da derrota do Galo diante do Sport. Desde a escolinha, o cara aprende que isso não pode – aliás, até o pessoal da minha pelada de barrigudos de domingo sabe disso! Não atribuo a culpa da derrota só a Emerson, mas aquele primeiro gol acabou sendo decisivo para o resultado final. A bem da verdade, o time todo não jogou bem, exceto Tardelli, que foi objetivo e tentou as jogadas em velocidade em direção ao gol. O resto do time foi muito burocrático, com muito toque para o lado e sem nenhuma efetividade. Precisamos melhorar no Brasileirão. Reage, Galo!

Avacoelhada Lucas Prates considera Fábio Caballero injustiçado por ter tido menos chances que Thiago Santos. Acrescento que China e Diego também são qualificados, possuem possibilidades de evolução e mereciam oportunidades programadas de aprimoramento. Ainda Doriva, escalado corretamente de segundo volante, e Júnior Lemos e Magrão, os únicos capazes de ser o terceiro jogador do meio de campo. Thiago Santos se destaca pela força física em vez da habilidade. A fim de melhorar o desempenho e justificar a titularidade, deve evitar a transição e a recomposição devido à falta de velocidade para executar essas funções. Ser o típico camisa 5, praticamente terceiro zagueiro, com a missão de aumentar a segurança defensiva. Aliás, mesmo com Guerreiro e Andrei, os adversários aproveitam os espaços na intermediária e penetram sem marcação na defesa americana.

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