A esperança da vitória

iG Minas Gerais |

O livro de Ezequiel termina com uma promessa que precisa chegar aos nossos corações. Diz assim a Palavra do Senhor: “Dezoito mil côvados em redor; e o nome da cidade desde aquele dia será: o Senhor está ali” (Ez 48.35). Nós também queremos ver o nome da nossa cidade, que já é tão lindo, ser “o Senhor está ali”. Belo Horizonte pode continuar com esse nome nos mapas, nos documentos, mas não é a vontade de Deus que Belo Horizonte continue tendo esse nome, e sim que receba um novo. Em Apocalipse 2.17 está escrito: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe”. A nossa cidade precisa ter esse novo nome enquanto ainda estivermos nesta terra. A transformação de uma cidade depende da resposta de Deus, por meio de seus filhos. Não é preciso muita explicação para vermos o drama, a angústia, o sofrimento e a maldição de uma cidade. Quando olhamos algumas situações, o nosso coração dói. A nossa cidade tem um nome tão lindo, porém, a beleza de um lugar não pode se limitar ao natural, às avenidas, às praças, mas ao povo que habita nela, e, nesse caso, os belo-horizontinos. Estamos situados em um lugar lindíssimo, com um clima muito gostoso, mas quando olhamos para situações que são bem difíceis, o nosso coração se quebra, tal qual Samaria (Veja 2Rs 6.24-33; 7.1-20), que viveu momentos de tanta fome, tanta desgraça, e estava cercada pelo Inimigo. Nós não temos à nossa volta nenhum exército físico, mas um cerco espiritual, que deseja tomar posse da cidade. Demônios, principados, potestades. A Bíblia diz que a nossa luta não é contra carne e sangue, é uma luta espiritual. Podemos ver o natural, mas o mundo espiritual é mais real do que o natural. E a nossa cidade, assim como tantas outras país afora, está sofrendo com os ataques de Satanás. Quando andamos pelas ruas de nossa cidade, seja nas que têm mansões ou casebres, nos aglomerados, podemos ver tantas situações que angustiam o coração: a tristeza, lares desfeitos, vidas escravizadas por tantas coisas; situações tão perversas que machucam o coração. Há pessoas que riem e até zombam de nós, quando falamos que estamos buscando 10% (dez por cento) da cidade. Alguns dizem que isso nunca vai acontecer. Nós não estamos atrás de números, mas queremos levar a Palavra do Senhor a cada um, cremos no poder da Palavra. Ao olhar toda a Belo Horizonte, vemos como as drogas têm tomado e destruído a vida de tantas pessoas de uma forma tão absurda. Em Samaria, uma mulher combinou com a outra de comerem os próprios filhos por causa da fome. E, agora, vemos gente que vende a virgindade da própria filha por um valor irrisório para comprar o crack. Maridos que obrigam as esposas a se prostituírem, pais que usam drogas perto aos filhos. Pais e parentes que abusam dos filhos e/ou sobrinhos. São milhares de pessoas que vivem outro tipo de fome e, por causa disso, cometem atos, os mais absurdos. Os valores morais já não existem. O amor está se esfriando. Belo Horizonte é conhecida como a capital dos bares. Muita bebida, motoristas irresponsáveis que dirigem bêbados e provocam acidentes. Mas isso precisa mudar, oremos para que a nossa cidade seja conhecida pelo amor, pela misericórdia, em nome de Jesus! De que adiantam ruas bonitas e transporte melhor, se as vidas não estão melhorando? As coisas naturais são necessárias, mas e o povo? A beleza de uma cidade é o povo dela. Temos não apenas o privilégio, mas a responsabilidade de profetizar o amanhã para Belo Horizonte. Temos que encher o nosso coração de esperança. Profetize: “Amanhã eu verei a minha cidade sendo transformada, sendo motivo de louvor ao Senhor”. Creia que o amanhã será de vitórias!

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