Pimenta promete revolucionar educação e investir em infraestrutura

Candidato preferiu não dizer que o seu governo será de continuidade, mas “um governo moderno, que vai aproveitar tudo que foi feito, e que vai avançar muito”.

iG Minas Gerais | TÂMARA TEIXEIRA |

Segundo ele, a marca da sua gestão será “uma revolução na educação”
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Segundo ele, a marca da sua gestão será “uma revolução na educação”

O candidato ao governo de Minas pelo PSDB, Pimenta da Veiga, afirmou nesta segunda (28) que, se eleito, irá manter e concluir todas as obras iniciadas pelos antecessores Antonio Anastasia e Aécio Neves, e ampliar os programas já existentes.

Ele ainda disse que pretende diversificar a economia mineira e "revolucionar a educação". As propostas foram feitas hoje pela manhã, durante a apresentação da equipe que irá  estruturar o seu plano de governo. Os trabalhos serão coordenados por Paulo Paiva, ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso.

“Temos três linhas principais. Uma, é renovar a infraestrutura, levar avante programas iniciados nos governos anteriores e aprofundá-los. Outra é dinamizar a economia mineira. Queremos que a economia mineira tenha volume muito maior, com muita tecnologia, com muita agregação aos produtos mineiros. Por fim, as atividades sociais. Queremos que a educação, a saúde e a segurança tenham um papel muito bem definido neste programa”, afirmou Pimenta.

Pimenta preferiu não dizer que o seu governo será de continuidade, mas “um governo moderno, que vai aproveitar tudo que foi feito, e que vai avançar muito”. Segundo ele, a marca da sua gestão será “uma revolução na educação”.

Paula Paiva foi apresentado como coordenador do plano de governo de Pimenta. Para ele, o principal desafio do futuro governador será a diversificação da economia. “Nós temos que agregar valor ao que nós produzimos e utilizar tecnologia da maneira mais eficiente e inteligente possível. E inovação para que aumente a produtividade e a competitividade da economia mineira", avaliou. Paiva afirmou ainda que para cumprir todas as metas de um possível novo governo tucano, a carga tributária no Estado não será elevada. “Eu diria que (os resultados virão) pela gestão e não pelo aumento da arrecadação. Estamos falando de um país que precisa crescer, nós não podemos falar em aumentar a tributação que já é extremamente elevada e concentrada no governo federal”, disse.

A versão final do programa de governo do tucano será lançada no dia 8 de setembro. Até lá, segundo Pimenta e Paiva, todos os envolvidos neste processo irão escutar a sociedade. “O que as pessoas indicarem, sugerirem e que nós conseguirmos transformar em ‘como’, eu acho que vai ser o trabalho de quem está coordenando o plano de governo”, afirmou Paiva.

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