Antiga aliada do Galo, jogada aérea virou motivo de preocupação

Desde que a Copa do Mundo terminou, Atlético sofreu seis gols, sendo que cinco se originaram de bolas alçadas na área

iG Minas Gerais | FERNANDO ALMEIDA E THIAGO PRATA |

Zagueiro atleticano confia na força do grupo alvinegro e quer conquistar o Brasileirão
DOUGLAS MAGNO/O TEMPO
Zagueiro atleticano confia na força do grupo alvinegro e quer conquistar o Brasileirão

A jogada aérea, que vinha sendo um dos trunfos do Atlético há um bom tempo, virou motivo de preocupação no Galo. Basta pegar os confrontos que o time fez desde o fim da Copa do Brasil. Dos seis gols que sofreu, cinco se originaram de bolas alçadas na área.

O técnico Levir Culpi não esconde a apreensão quanto aos tentos que a equipe levou através deste tipo de situação. Principalmente pelo fato de ser uma das prioridades dos treinamentos. O que já não tinha funcionado ante Bahia e Lanús, voltou à tona contra o Sport.

“Uma desatenção desnecessária. Temos que nos concentrar na jogada e não discutir com os jogadores do Sport (no primeiro gol). Na outra bola (no segundo gol), nossa zaga, uma das melhores do Brasil, caiu na bola aérea. Nesses dois últimos jogos, por incrível que pareça, tivemos problemas”, comentou o treinador.

No empate em 1 a 1 com o Bahia, o tento do tricolor saiu da bola aérea, assim como dois dos três sofridos na vitória por 4 a 3 sobre o Lanús, pela Recopa. “Temos que olhar essa parte. E a parte ofensiva também, que foi boa, mas não colocamos as bolas para dentro (contra o Sport)”, ressaltou Levir.

Porém, curiosamente, ao mesmo que mostra preocupação, o técnico alvinegro acredita que não terá muito trabalho para arrumar a casa, já que confia no futebol de seus defensores.

“Eu que tenho uma tranquilidade grande, pois temos o Victor, o Léo (Silva) e o Réver. E temos o Marcos (Rocha) e o Emerson (Conceição), que são bons na bola aérea. Essa jogada é a mais difícil do jogo e não conseguimos fazer o necessário como queríamos”, completou.

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