Subjetivos, critérios não seguem padrão

iG Minas Gerais |

A seleção dos conselheiros é de responsabilidade da assembleia geral dos acionistas das estatais – em que o majoritário é o Estado. A reportagem solicitou às 11 empresas estaduais e federais citadas na matéria que informassem quais os critérios e pré-requisitos os candidatos precisam apresentar. Nenhuma delas conseguiu listar as exigências.

As assessorias apenas informaram que os conselheiros não precisam passar por prova ou sabatina e que são escolhidos pela decisão dos acionistas. A Cemig e a Gasmig informaram que “o critério para a escolha dos conselheiros fica a cargo dos sócios acionistas, que os indicam de acordo com a sua conveniência”. O governo do Estado é acionista majoritário de ambas.

Já a Copasa, a Codemig, a Epamig, a Cohab, a Prodemge, assim como o BNDES, Petrobras e Eletrobras informaram que seguem a Lei 6.404, de 1976, que determina que os indicados tenham “reputação ilibada”. O BDMG acrescentou que os nomes passam pelo Banco Central, que avalia a capacitação técnica dos eleitos.

Nos colegiados, que têm a função de tomar decisões estratégicas de mercado, estão políticos, jornalistas, secretários de Estado e empresários. (TT)

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