Banco empresta R$ 60 por grama

iG Minas Gerais |

Brasília. A Caixa empresta R$ 60 pelo grama do ouro comercial. A prata precisa ter pureza 925 para ser aceita como garantia. A pensionista Maria Madalena Alves, de 69 anos, diz que o penhor se tornou quase um vício para ela: basta as contas apertarem, ela pega as joias e leva a uma agência da Caixa em Brasília para conseguir um empréstimo a custo mais baixo. Ela usa o penhor há dez anos.

Desde o fim de 2012, a Caixa passou a oferecer o penhor parcelado, que permite que o valor emprestado seja pago em até cinco anos. O pagamento feito de uma só vez, porém, no prazo máximo de seis meses, ainda é o mais utilizado. Em todas as situações, o cliente pode pegar o bem de volta a qualquer momento, basta que pague a dívida, com juros proporcionais.

A inadimplência – percentual de dívidas sem pagamento há mais de 90 dias – é baixa em relação a outras modalidades: apenas 0,4%. Apenas 0,8% das joias deixadas na Caixa vão a leilão.

De acordo com a Caixa Econômica , a carteira do penhor (volume de empréstimos feitos pelo banco, descontados os já pagos) alcançou R$ 1,6 bilhão no primeiro semestre deste ano. Em novas aplicações, foram R$ 600 milhões, 12% a mais do que o mesmo período do ano passado.

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