Santos sabe como evitar a zebra na Vila Belmiro

Peixe mexe no ataque e espera ter equipe bem armada diante da Chapecoense, neste sábado, às 18h30

iG Minas Gerais | AGÊNCIA ESTADO |

Novidade no Peixe, o camisa 11 não atua desde a derrota para o Atlético (MG) por 2 a 1, no dia 18 de maio, pela quinta rodada do Brasileirão
Santos Futebol Clube Oficial/reprodução
Novidade no Peixe, o camisa 11 não atua desde a derrota para o Atlético (MG) por 2 a 1, no dia 18 de maio, pela quinta rodada do Brasileirão

O Santos vai mudar o ataque - Geuvânio, em má fase, fica no banco de reservas e volta o experiente Thiago Ribeiro, depois de longa ausência por contusão - e já sabe o que fazer para que não se repita na Vila Belmiro, neste sábado, às 18h30, contra a Chapecoense, pela 13.ª rodada do Campeonato Brasileiro, a zebra de sábado passado no Morumbi, com a vitória da bem armada equipe catarinense contra o São Paulo. O técnico Oswaldo de Oliveira usou a semana livre para ensaiar variações no esquema do time para furar o forte sistema defensivo do adversário. Um deles é, em alguns momentos da partida, fechar a defesa com o recuo de Alison para ser o terceiro zagueiro e liberar os laterais Cicinho e Mena para atuarem como alas, se juntando aos jogadores de frente. "Gosto de mudar meus times dentro das partidas. Esse era um recurso que eu já usava no São Paulo, com Maldonado, no Corinthians, com Rincón, e no Japão", disse Oswaldo de Oliveira, após o último treino, nesta sexta-feira, no CT Rei Pelé, em Santos. O treinador santista gostou da atuação do time na derrota diante do Fluminense, em Volta Redonda (RJ), na rodada passada, embora os atacantes ainda não tenham marcado gol nos dois jogos após a Copa do Mundo - os dois da vitória contra o Palmeiras foram anotados pelo zagueiro Bruno Uvini e pelo volante de marcação Alison. Com o retorno de Thiago Ribeiro, Oswaldo de Oliveira espera que haja melhora na armação das jogadas para que a bola chegue com qualidade para Gabriel e Rildo na frente. Com 17 pontos, o Santos é o 9.º colocado, oito pontos atrás do líder Cruzeiro e a dois do Atlético Paranaense, o último do G4. Mesmo sem contar desde o início do ano com a zaga titular - Edu Dracena e Gustavo Henrique -, a equipe tem a segunda melhor defesa da competição, empatada com o Corinthians, com seis gols sofridos, um a mais do Grêmio. Além da recuperação dos zagueiros David Braz e Bruno Uvini, Oswaldo de Oliveira atribui a eficiência defensiva do time à aplicação dos atacantes na marcação, além da regularidade do goleiro Aranha, que, ao entrar em campo neste sábado, completará 100 jogos pelo Santos.

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