Na volta ao Praia, Daymi Ramirez acredita em títulos

Clube de Uberlândia investiu alto para fazer frente às equipes favoritos na Superliga

iG Minas Gerais | Débora Ferreira |

Primeira. Daymi Ramirez (camisa 1) foi a primeira estrangeira a jogar no Banana Boat-Praia Clube
CHARLES SILVA DUARTE/ O TEMPO 14
Primeira. Daymi Ramirez (camisa 1) foi a primeira estrangeira a jogar no Banana Boat-Praia Clube

Inspirado na campanha do ano anterior, em que chegaram pela primeira vez às quartas de final da Superliga feminina de vôlei, o Banana Boat-Praia Clube investiu pesado no elenco deste ano. Entre os nomes que vieram, um dos mais comemorados foi a volta da oposta cubana Daymi Ramirez, que foi a sensação do time e primeira estrangeira a ser contratada pelo clube uberlandense, na temporada 2010/2011.

Depois de passar pelo voleibol de China, Turquia e Azerbaijão, a atleta acredita que o time entra forte nas disputas tanto do Campeonato Mineiro quanto da Superliga. “Acredito que faremos uma ótima campanha. Contamos com jogadoras de muito talento e habilidade e o jogo vai ficar muito mais distribuído. Espero que cada uma de nós possa dar o máximo em quadra”, comentou a cubana.

Sob o comando do técnico Ricardo Picinin, que estava com a equipe masculina do Minas no último ano, Daymi estará ao lado de nomes como Tandara e Sassá, experientes atletas que se destacaram no Nacional e na seleção, mas também conviverá com jogadoras mais jovens, que permaneceram na equipe. Para ela, a mescla será positiva. “Teremos o prazer de trabalhar juntos (com Picinin) nesta temporada. Espero aprender muito com essas meninas jovens e talentosas. Será um excelente intercâmbio.  O grupo está focado nos objetivos e em fazer uma ótima campanha. Temos tudo para surpreender com muita inspiração e transpiração”, disse.

Assim como a compatriota Herrera, Daymi era uma das “xodós” da torcida uberlandense quando veio para o clube. Logo de início, foi a quarta maior pontuadora da Superliga no ano em que ficou no Triângulo Mineiro. Depois, se transferiu para o rival Minas e foi ainda para o Vôlei Amil, antes de deixar o Brasil.

Mesmo com o pouco tempo no Praia, a oposta conseguiu conquistar os torcedores e deixou muita saudade. Nessa volta, ela promete retribuir o carinho das arquibancadas em quadra e não teme enfrentar pressão e responsabilidade.

“A torcida praiana é muito carinhosa comigo. Fico feliz e grata por esse apoio que eles têm me proporcionado. Vou recompensá-los com muita garra e determinação em quadra. Penso que, quando atingimos o esporte de alto rendimento, a pressão é inerente à profissão. No entanto, temos que canalizá-la para que seja uma mola propulsora”, finalizou a jogadora.

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