Campos de luz digital podem ser uma alternativa

iG Minas Gerais | John Markoff |

Miami. Pesquisadores do setor dizem que os campos de luz digital irão contornar os problemas visuais e neurológicos oferecendo telas com informações de profundidade similares às geradas por objetos naturais, o que tornará possível usar monitores de realidade aumentada durante períodos prolongados sem desconforto.  

A tecnologia do campo de luz já está sendo usada numa nova geração de câmeras digitais que oferecem a capacidade de modificar o ponto focal depois que uma fotografia foi batida. Pesquisadores da Nvidia demonstraram um sistema de campo de luz para ser usado na cabeça no ano passado, e cientistas do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) já apresentaram telas tridimensionais “autoestereoscópicas” (sem lentes) baseadas no que descrevem como “campo de luz comprimido”.

No entanto, um dos principais obstáculos enfrentados pelas câmeras e monitores de campo de luz é o fato de que eles exigem cinco ou seis vezes mais pixels para criar a resolução equivalente a uma imagem digital convencional.

Os fãs de realidade virtual e aumentada descrevem a próxima geração de tecnologia além da computação pessoal e smartphones baseada num novo conjunto de abordagens chamado “computação perceptual”.

Google Glass

Tela. O Google Glass usa uma única tela no canto de uma das vistas, e não duas, mas não consegue produzir imagens 3D nem criar a experiência imersiva desejada por muitos jogadores.

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