Casal que sobreviveu a desabamento em Aracaju deixa o hospital

A filha de Vanice, Ane Gabriele, de oito anos, saiu do hospital na terça-feira (22); O filho do casal, Ítalo Miguel, de 11 meses, morreu pouco depois de ser resgatado dos escombros

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

SE - DESABAMENTO/PRÉDIO COMERCIAL - GERAL - Prédio residencial de quatro andares, que estava em construção, desaba no Bairro Coroa do Meio em Aracaju, SE, na madrugada deste sábado (19). Equipes do Corpo de Bombeiros trabalham para localizar possíveis vítimas nos escombros e contam com o apoio de cães farejadores. 19/07/2014 - Foto: JADILSON SIMõES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
ESTADÃO CONTEÚDO
SE - DESABAMENTO/PRÉDIO COMERCIAL - GERAL - Prédio residencial de quatro andares, que estava em construção, desaba no Bairro Coroa do Meio em Aracaju, SE, na madrugada deste sábado (19). Equipes do Corpo de Bombeiros trabalham para localizar possíveis vítimas nos escombros e contam com o apoio de cães farejadores. 19/07/2014 - Foto: JADILSON SIMõES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O casal que ficou soterrado por 34 horas após o desabamento de um prédio na madrugada de sábado (19), em Aracaju, deixou o hospital na manhã desta quarta-feira (23).

O ajudante de pedreiro Josevaldo da Silva, 24, e a mulher dele, Vanice de Jesus, 31, tiveram alta do Huse (Hospital de Urgência de Sergipe) e foram levados à casa de parentes.

A filha de Vanice, Ane Gabriele, de oito anos, saiu do hospital na terça-feira (22). O filho do casal, Ítalo Miguel, de 11 meses, morreu pouco depois de ser resgatado dos escombros. O corpo do bebê Ítalo Miguel será enterrado na tarde desta quarta-feira (23), no cemitério São João Batista.

Segundo a equipe médica do hospital, o casal apresenta quadro clínico estável. Eles passaram por exames clínicos e de imagem, tratamento de soroterapia e readaptação alimentar, já que ficaram quase dois dias sem comida e água.

A menina, que ficou internada por 48 horas, recebeu uma visita domiciliar do serviço social do Huse, que constatou que ela estava acolhida em ambiente familiar apropriado. Ela continuará recebendo acompanhamento psicológico.

A obra do prédio em construção que desabou estava sem engenheiro responsável havia cerca de um ano, segundo o presidente do Crea-SE (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe), Jorge Roberto Silveira.

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