No Amapá, cinco dos sete conselheiros foram afastados

iG Minas Gerais |

Brasília. O afastamento de cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Amapá escancarou uma realidade para o bem e para o mal. Em setembro de 2010, a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Mãos Limpas, prendeu várias pessoas, entre elas o ex-governador Waldez Goes (candidato nesta eleição). A mesma operação bateu à porta do TCE, onde cinco conselheiros, três servidores e dois conselheiros aposentados foram acusados de desviar R$ 100 milhões. Os cinco foram afastados, mas continuam recebendo salário normalmente.

Sob a presidência de Maria Elizabeth Cavalcante de Azevedo, o TCE começou a andar. Descobriu-se, por exemplo, que o órgão, quando estava sob o comando dos acusados de desvios, não se reunia para julgar as contas de ninguém.

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