Junto do PT, Newtão ataca os adversários

Para o cientista político Paulo Roberto Leal, as alianças são fruto do sistema partidário brasileiro e devem ser analisadas longe do ponto de vista moralista

iG Minas Gerais | Lucas Pavanelli |

Em Minas, a aliança entre PT e PMDB, que já estiveram em lados opostos muitas vezes, já rendeu polêmica. A ida de Fernando Pimentel, candidato petista ao governo, a um churrasco promovido pelo líder peemedebista Newton Cardoso, em maio, foi alvo das críticas de opositores como o PTB, que usaram imagens do evento para condenar a aliança.

Newtão, como é conhecido o ex-governador, não gostou nada da história e respondeu ao presidente do PTB, Dilzon Melo, com adjetivos do tipo “figura asquerosa” e “politiqueiro barato”.

Para o cientista político Paulo Roberto Leal, as alianças são fruto do sistema partidário brasileiro e devem ser analisadas longe do ponto de vista moralista. “Para obter maioria no Legislativo, os partidos são obrigados a se aliar a outros, às vezes muito diferentes ideologicamente. Isso não é novidade. Todos os governos usaram desse recurso”, diz. 

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