Mauro Iasi fazia teatro proibido na época da ditadura e fundou PT

Candidato do PCB ajudou a fundar legenda de Lula antes de migrar para o partido atual

iG Minas Gerais | Da Redação |

Comunista foi candidato a vice na chapa de Plínio Arruda ao governo de SP em 2006
PCB/Divulgação
Comunista foi candidato a vice na chapa de Plínio Arruda ao governo de SP em 2006
Mauro Luís Iasi, o candidato do Partido Comunista Brasileiro (PCB), nasceu em 10 de fevereiro de 1960, na cidade de São Paulo. Formado em História pela Pontifícia Universidade católica de São paulo, Iasi é mestre e doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). O professor da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro começou sua trajetória política ainda estudante, no final da década de 1970. Ele fazia pate do Luta, sigla para Liberdade e União para o Teatro Amador, que apresentava peças proibidas pela ditadura a universitários e movimentos sociais. Em 1980, Mauro Iasi ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores, tendo militância constante na legenda nos anos seguintes. Assim, participou da campanha de Lula à Presidência da República em 1989. Mauro Iasi permaneceu filiado ao PT até 2004, ano em que muitos militantes históricos deixaram a legenda. Na ocasião, migrou para o Partido Comunista Brasileiro (PCB). Dois anos depois, disputou, como vice na chapa de Plínio Arruda Sampaio (PSOL), as eleições para o governo de São Paulo. Em 2011, Mauro Iasi tornou-se presidente do Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cargo que ocupou até 2013. Neste ano, o professor universitário foi escolhido como o candidato do PCB à Presidência da República.  

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