Avacoelhada

iG Minas Gerais |

A vitória sobre o Oeste valeu o mesmo número de pontos conquistados contra o Paraná, mas a satisfação da torcida foi bem maior devido ao futebol apresentado. Mancini e Tchô aumentaram a criatividade do meio de campo e facilitaram a transição do Gilson, Pablo, Andrei e Willians. O Coelhão, com mais qualidade na troca de passes e velocidade na saída de bola, envolveu o adversário, criou e aproveitou as oportunidades, principalmente no primeiro tempo. Destaque para a participação coletiva, em especial Willians, que defendeu e atacou com bastante eficiência. Júnior Lemos comprovou capacidade de ser escalado mais vezes. Lucas Silva deveria ter entrado no lugar de Mancini, a fim de evitar que o time americano terminasse o jogo com quatro volantes. Os torcedores novamente foram superparticipativos e incentivaram durante os 90 minutos.

A voz da Massa Antes mesmo da parada para a Copa do Mundo, já dava para perceber uma melhora significativa no padrão de jogo do Galo em comparação com o início da temporada. No primeiro jogo da decisão da Recopa o que vimos em campo me deixou bastante animado e esperançoso para o restante do ano: nosso time mostrou um padrão de jogo muito bem definido, com as três linhas – defesa, meio campo e ataque – bem montadas e encaixadas. Isso se deve, além do bom trabalho de Levir, ao retorno de alguns titulares que funcionam como pilares da equipe. O jogo de ontem mostrou que ainda pode melhorar muito, e que assim seja, para que o Galão se mantenha na briga por tudo o que tem direito ainda neste ano. Time para isso nós temos. Um forte abraço à minha amiga Arlene, ícone do vôlei brasileiro, campeã de tudo o que disputou, e para melhorar, atleticana. #dalheGalo!

A voz Celeste O maior de Minas volta a campo hoje para enfrentar o Palmeiras, no Pacaembu, e defender a liderança do Brasileirão. Mesmo sem apresentar um futebol a altura do que estamos acostumados, vencemos o Vitória por 3 a 1, na quinta-feira. O primeiro tempo foi de dar calo nas vistas. Mas, no segundo, o Cruzeiro se impôs e poderia ter feito um placar maior. Ricardo Goulart e Everton Ribeiro mostraram que estão preparados para servir à nova seleção brasileira. Mas, como sempre, quem fez bonito foi a nação celeste, que, em uma noite de frio, colocou mais de 25 mil pessoas no Mineirão. Guerreiros que incentivaram o tempo todo. Dagoberto no banco porque tem que se preservar, William com o seu destino incerto, Marlone que ainda não se firmou. Resta Marquinhos, que não está no nível dos demais. Tomara que queime minha língua, mas não se firmou no Palmeiras nem no Vitória.

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