Mulher é maioria na produção

Por ser minuciosa, confecção de fogos de artifício tem 70% da mão de obra do sexo feminino

iG Minas Gerais | Aline Diniz |

Experiência. Débora de Oliveira, 32, trabalha desde os 18 manipulando explosivos
Uarlen Valério
Experiência. Débora de Oliveira, 32, trabalha desde os 18 manipulando explosivos

SANTO ANTÔNIO DO MONTE. Por trás do barulho da explosão de um fogo de artifício pode estar o atencioso e minucioso trabalho de uma mulher. Na pequena Santo Antônio do Monte, no Centro-Oeste do Estado, elas representam 70% da mão de obra das fábricas produtoras desse tipo de artefato. As arrematadeiras – como são conhecidas – passam o dia encaixando peças de papelão a bombas e a pólvora. Depois, os artefatos são exportados para América Latina, Estados Unidos, entre outros países.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Fogos de Santo Antônio do Monte, Itapecerica e Lagoa da Prata (Sindifogos), Antônio Camargos dos Santos, que informou o dado à reportagem, a concentração de mulheres na atividade tem relação com a habilidade. O ofício é fonte de rende para várias famílias que vivem na região.

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