Empresário quer regime único

Para o analista da unidade de atendimento do Sebrae Minas, Haroldo Santos, a simplificação é prioritária no país

iG Minas Gerais | Queila Ariadne |

Se o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) tivesse a oportunidade de participar de uma decisão sobre o que fazer para simplificar o sistema tributário, a sugestão seria a unificação dos regimes. “É como se vivêssemos em vários países diferentes. Outro dia eu comprei um produto da Bahia, que tem regime tributário de débito e crédito. Trouxe para Minas, que é substituição tributária, e vendi para o Pará, que é débito e crédito”, conta Falci.  

Para o analista da unidade de atendimento do Sebrae Minas, Haroldo Santos, a simplificação é prioritária no país. “É melhor articular uma mudança na legislação do que reduzir alíquotas, pois baixar impostos impacta na arrecadação e na receita da União, mas se o trabalho for para desburocratizar, o ônus sobre a carga tributária vai diminuir”, avalia.

Em 2015, o país vai implantar o e-Social, que vai integrar as bases dos ministérios do Trabalho e da Previdência, Receita Federal, Caixa e INSS. A mudança tem gerado insegurança entre os empresários, que temem os custos da adesão. Entretanto, Santos acredita que a unificação do cadastro será um passo para a simplificação. “O medo maior é em relação à nova tecnologia e se haverá internet em todas as cidades”. 

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