Verdadeiro saco de risada

Na novela das sete, “Geração Brasil”, Arlindo Lopes interpreta mais um personagem de comédia

iG Minas Gerais | Belisa Taam |

“Adoraria fazer um personagem dramático na TV, até para os telespectadores me verem com outra cara.”
Jorge Rodrigues Jorge/CZN
“Adoraria fazer um personagem dramático na TV, até para os telespectadores me verem com outra cara.”

O papo descontraído e o jeito extrovertido destinaram a Arlindo Lopes personagens engraçados. Após acumular em seu currículo papéis bem-humorados, como o Cezinha de “Da Cor do Pecado”, de 2004, e participações em séries de comédia, como em “Louco Por Elas”, de 2013, o ator busca não se acomodar em um tipo de vertente que, até então, é sua zona de conforto na televisão. “Adoraria fazer um personagem dramático no vídeo, até para me verem com outra cara”, ressalta ele, que estava sem atuar em novelas há 11 anos. “Estava sentindo falta da linguagem. Me dediquei muito ao teatro”, recorda ele, que ficou cinco anos em cartaz com a peça “Ensina-me a Viver”.

Na trama de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, Murphy é um assistente “faz tudo” do magnata Jonas Marra, de Murilo Benício. Para conseguir atingir as nuances do papel, Arlindo relembra que mergulhou em diversas referências, principalmente no personagem indiano Raj, da série americana “The Big Bang Theory”. “O sotaque entra mais nas palavras em inglês. Fui moldando aos poucos”, recorda.

 

Preferências

Com quem gostaria de contracenar: Fernanda Montenegro.  Humorista: Fábio Porchat.  Se não fosse ator, o que seria: “Veterinário. Adoro lidar com animais”.  Novela preferida: “Sassaricando”, de Sílvio de Abreu, exibida pela Globo em 1987. Que papel gostaria de representar: “Uma pessoa com síndrome do pânico”. Filme: “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembrança”, de Michel Gondry.  Autor: João Emanuel Carneiro.  Vilão marcante: Adriana Esteves como Carminha, em “Avenida Brasil”. 

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